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As doze princesas

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      Era uma vez um rei que tinha doze filhas muito lindas. Dormiam em doze camas, todas no mesmo quarto; e quando iam para a cama, as portas do quarto eram trancadas a chave por fora. Pela manhã, porém, os seus sapatos apresentavam as solas gastas, como se tivessem dançado com eles toda a noite; ninguém conseguia descobrir como acontecia isso. Então, o rei anunciou por todo o país que se alguém pudesse descobrir o segredo, e saber onde as princesas dançavam de noite, casaria com aquela de quem mais gostasse e seria o seu herdeiro do trono; mas quem tentasse descobrir isso, e ao fim de três dias e três noites não o conseguisse, seria morto. Apresentou-se logo o filho de um rei. Foi muito bem recebido e à noite levaram-no para o quarto ao lado daquele onde as princesas dormiam nas suas doze camas. Ele tinha que ficar sentado para ver onde elas iam dançar; e, para que nada se passasse sem ele ouvir, deixaram-lhe aberta a porta do quarto. Mas o rapaz daí a pouco ado...

O Pássaro Azul

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O tesouro enterrado

Numa das ruas que davam na pracinha de Belém, na antiga cidade de Huaraz, havia uma casa dos tempos coloniais que sempre estava fechada e que vivia cercada de mistérios. Diziam que estava repleta de almas penadas, que era uma casa mal-assombrada. Quando esta história começou, a casa já havia passado por vários donos, desde um avaro agiota até o padre da paróquia. Ninguém suportava ficar lá. Diziam que estava ocupada por alguém que não se podia ver e que em noites de luar provocava um tremendo alvoroço. De repente, ouviam-se lamentos atrás da porta, objetos incríveis apareciam voando pelos ares, ouvia-se o ruído de coisas que se quebravam e o tilintar de um sino de capela. O mais comum, porém, era se ouvirem os passos apressados de alguém que subia e descia escadas: toc, toc, tum; toc, toc, tum... As pessoas morriam de medo de passar por ali de noite. Certo dia, chegou à cidade uma jovem costureira procurando uma casa para morar. A única que lhe convinha, por ficar no centro...

Contos da Infância e do Lar

001 O Rei Sapo ou Henrique de Ferro 002 Gato e rato em companhia 003 A protegida de Maria 004 A história do jovem em busca de saber o que é o medo 005 O lobo e as sete crianças 006 O fiel João 007 O bom negócio 008 O músico maravilhoso 009 Os doze irmãos 010 Gentalha 011 Irmãozinho e irmãzinha (O gamo encantado) 012 Rapunzel 013 Os três homenzinhos na floresta 014 As três fiandeiras 015 Joãozinho e Margarida (Hansel e Gretel) 016 As três folhas da serpente 017 A serpente branca 018 A palhinha, a brasa e o feijão 019 O pescador e sua mulher 020 O pequeno alfaiate valente 021 Cinderela 022 O enigma 023 O ratinho, o passarinho e a linguiça 024 A Senhora Holle (Dona Flocos de Neve) 025 Os sete corvos 026 Chapeuzinho Vermelho 027 Os músicos da cidade de Bremen 028 O osso cantador 029 Os três cabelos de ouro do Diabo 030 O piolho e a pulga 031 A moça sem mãos 032 João, o sensato 033 As três linguagens 034 Elsie, a sensata ...

O leão e o mosquito

       Um leão ficou com raiva de um mosquito que não parava de zumbir ao redor de sua cabeça, mas o mosquito não deu a mínima. — Você está achando que vou ficar com medo de você, só porque você pensa que é rei? — disse ele altivo e, em seguida, voou para o leão e deu uma picada no seu focinho. Indignado, o leão deu uma patada no mosquito, mas a única coisa que conseguiu foi arranhar-se com as próprias garras. O mosquito continuou picando o leão, que começou a urrar como um louco.    No fim, exausto, enfurecido e coberto de feridas provocadas por seus próprios dentes e garras, o leão se rendeu. O mosquito foi embora zumbindo, para contar a todo mundo que tinha vencido o leão, mas entrou direto numa teia de aranha. Ali, o vencedor do rei dos animais encontrou seu triste fim, comido por uma aranha minúscula. Muitas vezes, o menor de nossos inimigos é o mais terrível.

O alfaiatezinho valente

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Era uma vez, num país muito distante, um modesto alfaiate que vivia costurando alegremente na frente da janela da sua casinha, quando, num dia como outro qualquer, ouviu, do lado de fora, um homem anunciando geleia para vender. - Geleia de morango! Deliciosa geleia!, anunciava o vendedor. O alfaiate ficou com água na boca e depressinha comprou um pote de geleia vermelhinha e cheirosa.  Passou uma boa camada de geleia numa fatia de pão, que deixou na mesa para comer depois de terminar o trabalho. E continuou a costurar, cantarolando. Mas a geleia deu água na boca também de umas moscas, que voaram zumbindo para cima dela. O alfaiate não gostou nada de ver as moscas avançando na sua geleia. - Mas que atrevimento!, exclamou ele. Vocês já vão ver o que é gostoso! E, com a própria costura que tinha na mão, ele deu tamanho golpe na mesa, que esparramou a geléia, mas em compensação achatou sete moscas duma vez! O alfaiate ficou tão orgulhoso da sua proeza, que bordou no seu...

BONECOS ARTICULADOS DO CONTO DE FADAS A BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES

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